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Aços |
Norma ABNT / AISI DIN |
Composição Química Média |
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Temperatura de Recozimento ou Solubilização ºC |
Têmpera |
Características |
Aplicações |
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C |
Mn |
Si |
P |
S |
Cr |
Ni |
Mo |
V |
W |
ºC |
Meio |
Soldabilidade |
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416** |
416 (X12CrS13) |
- 0.15 |
- 1.25 |
- 1.00 |
- 0.06 |
0.15 - |
12.00 14.00 |
- |
- 0.60 |
- |
- |
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860 |
960-680 |
Óleo |
Boa |
Pode
ser beneficiado para altas durezas e ampla faixa de resistência mecânica. São
magnéticos e possuem boa usinabilidade. Resistência
à corrosão: boa em temperatura ambiente em meios ácidos minerais (nítrico,
bórico), ácidos orgânicos (acético, pícrico,
benzóico, oléico, esteárico), soluções salinas (carbonatos de amônio, Na, Ca, K, Mg, sulfatos de Na, K, nitratos), bases (solda caústica, amônia, NaOH),
água, alimentos (sucos de frutas, vinagre), petróleo, óleos. Corrosão
atmosférica: é adequada em locais pouco poluídos. Água do mar: resistência
moderada em ligas de Cu |
Parafusos,
hastes, instrumentos cirúrgicos, etc. |
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410 |
410 (X12Cr13) |
- 0.15 |
- 1.00 |
- 1.00 |
- 0.40 |
- 0.03 |
11.50 13.00 |
- |
- |
- |
- |
860 |
970-1000 |
Óleo |
Boa |
Palhetas
de turbinas, eixos e rotores de bombas, indústria química, alimentícia e
farmacêutica, pistões. |
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420 |
420 (X20Cr13) |
0.16 0.25 |
- 0.40 |
- 1.00 |
- 0.04 |
- 0.03 |
12.00 14.00 |
- |
- |
- |
- |
860 |
970-1000 |
Óleo |
Má |
Eixos, válvulas, peças para turbina, artigos de cutelaria,
instrumentos cirúrgicos. |
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420C |
420C (X30Cr13) |
0.26 0.40 |
- 0.40 |
- 1.00 |
- 0.04 |
- 0.03 |
12.00 14.00 |
- |
- |
- |
- |
860 |
970-1000 |
Óleo |
Má |
Hastes
de válvulas de bombas. Eixos de conexões para vapor e água. |
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430 |
430 (X6Cr17) |
- 0.12 |
- 1.00 |
- 0.75 |
- 0.04 |
- 0.03 |
16.00 18.00 |
- |
- |
- |
- |
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860 |
- |
- |
Média |
Material
não temperável, magnético. Usinabilidade
um pouco inferior dos aços inoxidáveis martensíticos.
Resistência à corrosão: superior à do inox martensítico.
Boa resistência em meios ácidos minerais (nítrico acima de 70ºC, misturas de
H2SO4 frias, ácidos fosfórico diluído), ácidos
orgânicos (acético acima de 50ºC, fórmico, cítrico e tartárico
à temperatura ambiente), soluções salinas frias e mornas (sulfeto de amônio,
Al, Fé, cromatos, cloretos, permanganatos). Alimentos: aços ferríticos são preferidos aos martensíticos
quando não se necessita de alta dureza. Corrosão atmosférica: boa resistência
em ambiente rural e urbano, é menos indicado para
meios marinhos e industriais. Água do mar: boa resistência suscetível à
corrosão galvânica em ligas de Cu. |
Componentes
de aparelhos domésticos. Construção civil, chapas refletoras, etc.
Equipamentos para engenharia e indústria química. Para fins decorativos que
necessitam de proteção à corrosão. Peças para queimadores
de óleo. Equipamentos para refinarias. Parafusos e porcas para meio
agressivos. Tanques para estocagem na indústria química e de alimentos. |
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302 |
302 (X5CrNi8 10) |
- 0.15 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.045 |
- 0.03 |
17.00 19.00 |
8.00 10.00 |
- |
- |
- |
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1050 |
- |
- |
Boa |
Materiais
não-temperáveis. Possuem, no entanto, boa conformidade a frio e alta
capacidade de endurecimento por deformação. Geralmente não são magnéticos,
porém podem possuir pequenos teores de ferrita,
apresentando, então, leve magnetismo. Quando deformados a frio, tornam-se
parcialmente martensíticos e levemente magnéticos.
Muito dúcteis. Usinabilidade ruim, exceto para os
aços ressulfurados e CORFAC. Resistência à
corrosão: apresenta alta resistência em meios de ácido acético, sulfúrico 1%,
pícrico, nítrico, oléico, fórmico, bórico, crômico
e benzóico a 20ºC. Boa resistência em meios de ácido fosfórico a 100ºC, ácido
sulfúrico 5% a 20ºC. Soluções salinas (cloretos de Mg, Ca,
Zn, permanganato de K, sulfato de K a 20ºC,
nitrato, cianeto e acetato de Cu. Corrosão atmosférica:
alta resistência, exceto nos meios marinhos e industriais. Água do mar: boa
resistência a 20ºC. Água: boa resistência em qualquer temperatura. Alimentos:
boa resistência para embalagens que entram em contato com leite a 20ºc, sucos
de frutas, óleos vegetais, café. |
Parafusos,
porcas, pinos, rebites, etc. |
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303** |
303 (X10CrNiS18 9) |
- 0.15 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.20 |
0.15 - |
17.00 19.00 |
8.00 10.00 |
- |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Peças
torneadas para indústria alimentícia. Pinos, porcas, parafusos. Indústria
Automobilística. |
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304** |
304 (X5CrNiS18 9) |
- 0.08 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.045 |
- 0.030 |
18.00 20.00 |
8.00 10.50 |
- |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Recipientes
para alimentos e indústria farmacêutica. Trocadores de calor, armações
metálicos, tubulações, parafusos, rebites. |
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304L** |
304L (X2CrNi1911) |
- 0.03 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.045 |
- 0.030 |
18.00 20.00 |
9.00 13.00 |
- |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Mesma
aplicação do 304 para partes soldadas que não podem
ser solubizadas. Indústria elétrica e aeronáutica. |
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316** |
316 (X5CrNiMo17 12 2) |
- 0.08 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.045 |
- 0.030 |
16.00 18.00 |
10.00 14.00 |
2.00 3.00 |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Mesma
aplicação do 304 com resistência à corrosão e
propriedades mecânicas superiores. Construção Naval. |
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316L** |
316L (X2CrNiMo17 13 2) |
- 0.03 |
- 2.00 |
- 1.00 |
- 0.045 |
- 0.030 |
16.00 18.00 |
12.00 15.00 |
2.00 3.00 |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Mesma
aplicação do 316 para partes soldadas. |
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310 |
310 (X15CrNiSi
25 20) |
- 0.08 |
- 2.00 |
- 1.50 |
- 0.045 |
- 0.030 |
24.00 26.00 |
19.00 22.00 |
- |
- |
- |
1050 |
- |
- |
Boa |
Resistência
à corrosão melhor que a do aço 304. Substitui a 316 quando se necessita de
resistência ao calor. |
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Observações:
(*) Dureza
máxima de fornecimento na condição recozida / solubilizado.
(**) Estas
quantidades podem ser fabricadas na versão CORFAC (usinabilidade
fácil).